Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 24/04/2020
O gesto de amamentar é cuidar de uma vida e aumentar um vínculo materno, sobre os quais a evolução humana não conseguiu substitui-la. Apesar dessa importância, as brasileiras esbarram no preconceito de amamentar seus filhos em locais públicos. Nesse prisma, a ajuda do Governo e o respeito da população são estimulantes para o aleitamento materno no Brasil.
Segundo a Constituição Federal de 1988, a saúde é um dever de todos, sendo que o apoio do Estado à amamentação incentiva a promoção da cidadania por parte da sociedade como um todo. Sendo assim, o aleitamento esbarra no constrangimento moral que as mães sofrem ao amamentarem seus filhos em vias públicas. Diante disso, muitas vezes, as lactantes não praticam o aleitamento por vergonha e julgamento e assim trazendo consequência no desenvolvimento físico e psíquico dos recém-nascidos.
Além disso, o Brasil é um dos países que mais praticam aleitamento materno e com o respeito da população pode-se chegar a mais. Segundo os dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), 36% das crianças com até 6 meses recebem exclusivamente leite materno. Por outro lado, o número de aleitamento poderia ser maior, se não fosse o preconceito que a sociedade tem ao ver a amamentação em locais públicos, considerando, muitas vezes como gesto obsceno.
Portanto,conclui-se que o aleitamento materno no Brasil é importante e deve receber sua devida atenção para os cuidados da saúde dos bebês e o vinculo com sua mãe.Sendo assim,é necessário que o Estado,junto com o ministério da saúde,deve disponibilizar locais públicos para a amamentação, com toda privacidade e respeito que as mães e o recém-nascidos necessitam,a fim de que os bebês não sofra com a não amamentação na hora corrreta.Junto a isso, a SBP deve conceder palestras para a sociedade,de forma que conscientize que à amamentação é ato de normal da humanidade e necessário,para aumentar o percentual.