Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 23/04/2020
Durante o período colonial brasileiro, a figura da “ama de leite”, escrava que amamentava os bebês das mães brancas que não dispunham de leite próprio, esteve bastante presente naquele período. Na contemporaneidade, a escravidão foi abolida do Brasil assim como a “ama de leite”. Porém, o aleitamento materno é muito relevante e discutido no atual cenário do país. Dessa forma, muitos recém nascidos sofrem com isso, pôs, sem a amamentação os bebês podem ter problemas físicos e contraindo doenças, além disso, os bancos de leite materno estão entrando em decadência pela falta de leite que há.
Em primeira análise, o aleitamento materno, pelas inúmeras vantagens que traz tanto para a mãe como para o recém-nascido, é reconhecido como a melhor forma de alimentação da criança. Entretanto, existem doenças que podem afetar o desenvolvimento físico da criança como também o cérebro afetando principalmente a vida psicossocial. É tanto que, bebês que não tem uma amamentação correta, tem 30% de chance de serem obesos, atrapalhando na vida social futura de uma criança, prejudicando na saúde e tendo que lidar com remédios durante o processo da sua juventude. No Brasil, o índice de amamentação exclusiva entre as crianças com até seis meses é muito baixa chegando só a 38,6 %.
O Brasil tem a maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo, segundo o Ministério da Saúde. Apesar da estrutura e das mobilizações, o número de doações ainda é baixo, e a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano consegue suprir aproximadamente 60% da demanda para os recém-nascidos prematuros e de baixo peso internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatais do país. Pôs, com o aumento de abandono de recém nascidos nesse tempo, crianças em orfanatos necessitam desse leite materno como também mães que tiveram dificuldades na auto produção do leite Com isso, são fundamentais novas estratégias de persuasão para promoção e apoio as lactantes a cerca da amamentação.
Portanto, com todos esses problemas e acontecimentos que há no Brasil é imprescindível o empenho do Governo Federal, sociedade e empresas. Para isso, o governo deveria investir rigorosamente em estudos para essas doença, e também, através de folhetos e cartazes para atingir especialmente as mães um aviso de amamentarem seus filhos até 6 meses de vida e não usar leite industrializado e nem chupetas que atrapalham no processo. Junto disso também, conscientizar mães leiteiras que mesmo depois de 6 meses emanam leite a doarem e ajudar bancos maternos diminuindo o risco de doenças e de mortalidade.