Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 17/04/2020

Promulgada pela ONU (Organizações das Nações Unidas), a Declaração Universal do direito humanos garante a todos os indivíduos o direito a bem-estar social. Conquanto, os empecilhos para o aleitamento materno impossibilita que parcela da população desfrute desse direito universal, na prática. Nesse sentido, tal problemática ocorre principalmente devido ao preconceito da sociedade em relação ao aleitamento em público, mas também a falta de conhecimento da sociedade em relação a importância da amamentação até os seis primeiros meses de vida.

De início, é inquestionável que o preconceito em relação a amamentação em público, é um problema de uma sociedade com o machismo enraizado. Hodiernamente, séria racional acreditar que o Brasil, país que ocupa a nona colocação na ranking da economia mundial, estaria livre desse pensamento retrogrado. No entanto, a realidade é justamento o oposto, esse impedimento a amamentação em público, é o reflexo de uma sociedade que ainda acredita que pode controlar o corpo feminino.

Faz-se mister, ainda, salientar a ignorância da população Brasileira em relação a necessidade do aleitamento ,principalmente até os primeiros seis meses de vida do bebê, como um empecilho ao desenvolvimento perfeito da criança. Nesse viés, essa problemática é ocasionada pela falta de informação da sociedade que em sua maioria não teve acesso a uma educação de qualidade. Segundo o filósofo Immanuel Kant, " É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade." Confirmando, assim, que a educação é ferramenta importante para aumentar o percentual de aleitamento do país.

Infere-se, portanto, que ainda ha entraves para garantir a solidificação de medidas que visem o bem estar da sociedade. Logo, cabe ao Ministério da Educação (MEC) junto com o estado, a realização de palestras,abordando a importância e os benefícios da amamentação, por meio de médicos e professores especialistas. A fim de minimizar o preconceito e aumentar os índices de aleitamento até os seis meses no Brasil.