Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 19/04/2020
A teoria do desenvolvimento psicossexual foi proposta pelo psicanalista Sigmund Freud e descreveu como a personalidade era desenvolvida ao longo da infância, o primeiro estagio é a amamentação também chamada de fase oral, com ela o bebê desenvolve um sentimento de confiança e conforto pela mãe, alem disso, na amamentação é liberada a oxitocina,o hormônio do amor. Com isso, surge a questão do precário aleitamento materno, que persiste intrínseca a realidade brasileira, seja pela falta de investimento do ministério da saúde ou por questões que impossibilitam a mãe de amamentar o bebê.
Em primeira analise, o aleitamento materno é um problema de saúde publica, sendo um direito biologicamente determinado e comprovado pela constituição federal “A saúde é direito de todos e dever do estado”. Segundo a OMS, o leite materno funciona como a primeira vacina de um bebê, protegendo-o de doenças potencialmente mortais e dando-lhe toda a nutrição de que precisa para sobreviver. No Brasil são poucos os investimentos com a amamentação, levando a perda econômicas e de vidas.
Ademais, durante o período colonial brasileiro a amamentação era valorizada, a figura “ama de leite” escrava que amamentava os bebês de suas senhoras que não dispunham de leite próprio, era bastante frequente. Portanto, na sociedade hodierna, em busca de praticidade, muitas mães recorrem ao uso do leite artificial, podendo gerar consequências futuras na criança. Alem disso,o corpo de muitas mães brasileiras não produzem leite, essas mães são submetidas a procura de bancos de leite, dependendo deles para a boa alimentação de seus filhos.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse.O Ministério da Saúde deve aumentar o financiamento na amamentação desde o nascimento até a criança fazer 2 anos, para que assim reduza as taxas de mortalidade infantil e aja crescimento econômico. Somente assim, o precário aleitamento materno na sociedade brasileira será solucionado.