Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 23/04/2020

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é referência em aleitamento materno. Apesar disso, o índice exposto pelo órgão supracitado não ultrapassa os 40% embasando discussões de formas de aumentar essa estatística. Isto faz com que a importância do leite do peito para a saúde da criança, assim como sobre a desses incentivos na saúde psicológica das mães que não conseguem amamentar entre em questão.

Primeiramente, é evidente que a amamentação, além de passar anticorpos e nutrientes para o bebê, também reduz a probabilidade do indivíduo de ser obeso, segundo dado vinculado ao Ministério da saúde essa diminuição é aproximadamente de 30% .Dessa forma, o aleitamento materno é de fundamental importância para a formação física do dependente, a qual é defendida pela Constituição Federal, validando a iniciativa estatal e privada de apoio ao aleitamento por meio de comerciais  amplamente disseminados nos meios de comunicação, como a televisão.

Outrossim, as campanhas que incentivam o aleitamento materno impactam as mulheres que não são capazes disso, influenciando no aumento da baixa autoestima e em problemas psicológicos delas. Esses problemas são explicitados no livro Iracema de José de Alencar, no qual a personagem principal se viu incapaz de alimentar seu filho com seu leite gerando uma depressão que a matou.

Portanto, é necessário que as campanhas já existentes tenham mais desenvolvimento com intuito de aumentar o número de crianças amamentadas no Brasil. Isso só será possível se as Organizações não Governamentais investissem em palestras que falassem sobre a importância do aleitamento materno para o desenvolvimento do bebê. Além disso, também é relevante que as ONGs disponibilizem gratuitamente nas comunidades , em parceria com o Estado, profissionais da saúde para cuidar da saúde psicológica e física das mães que não conseguem alimentar os filhos com o próprio leite. Assim, o bem-estar dos público alvo é garantido.