Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 22/04/2020
Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), todo bebê deve ser amamentado durante os seus primeiros seis meses de vida e depois a amamentação tem de ser complementar até os dois anos , porém, observa-se que grande quantidade de recém nascidos brasileiros não estão sendo aleitados corretamente e não estão tendo acesso á aleitação, o que é causa do aumento da mortalidade infantil no Brasil, devido a vital importância do leite materno. Nesse ponto de vista, o aleitamento materno é primordial para a manutenção da vida humana. A ausência dessa prática é, sobretudo, gerada pela discriminação que as mulheres sofrem ao amamentar ao redor de pessoas e das dificuldades acerca da lactação.
Primeiramente, é valido ressaltar que a aversão ao ato de lactar publicamente, é cada vez mais recorrente nos dias atuais. Sob essa ótica, de acordo com uma pesquisa,realizada em 2015 no Brasil, da revista Crescer, quarenta e sete porcento das mulheres sofreram preconceito por amamentarem em público, isso faz com que as mulheres amamentem menos os bebês, visto que serão criticadas por alimentarem o filho. Ademais, quando não se aleita corretamente a criança, ela está suscetível a desenvolver imunológicas, em razão do leite materno ser a bebida com mais nutrientes possíveis, necessária para o desenvolvimento infantil.
Segundamente, faz-se visível que muitas mulheres sentem dificuldades ao amamentar- como dores, a necessidade de acordar durante a noite- e buscam produtos, entre eles, o leite em pó,contudo, o leite em grãos não é tão saudável quanto o leite materno. Nesse sentido, de acordo com a OMS, bebês que são aleitados estão menos propícios a desenvolverem obesidade, diferentemente quando ingerem leite em pó, posto que o leite materno não apresenta nenhuma substância industrializada,isto é, foi produzido, exclusivamente, para a nutrição do filho.
A amamentação, portanto, deve ser incentivada para o desenvolvimento sadio das crianças. Logo, cabe ao Ministério da Saúde conscientizar a população a não criticarem as mulheres que estão aleitando em lugares públicos, por meio de propagandas e anúncios em redes virtuais e analógicas com profissionais de saúde explicando o processo. Além disso, implante sistemas de saúde que ofereçam assistência as mães que estiverem passando por transtornos durante a amamentação, por meio do atendimento médico com pediatras profissionais no assunto, para que ocorra corretamente o aleitamento. A fim de que todas as crianças cresçam saudáveis e fortes, para desempenharem suas funções.