Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 22/04/2020
Durante o período pré-histórico, a figura materna era extremamente valorizada, uma vez que, além de apresentar o milagre do nascimento, alimentava as crianças com seu próprio corpo. Entretanto, em um cenário mais atual, percebe-se que a amamentação é vista como uma prática repulsiva por parte da população. Nessa conjectura, é preciso analisar como a falta de conhecimento influencia em tal situação e como ela impacta a vida das futuras gerações.
Em primeira análise, tem-se a repulsa de certas pessoas com relação ao ato de amamentar e gerada principalmente pela falta de conhecimento dessa mesma parcela populacional. Isso pode ser melhor visualizado ao ser levado em conta que, de acordo com Voltaire: " o preconceito é uma opinião sem conhecimento prévio". Sendo assim, tem-se que a ignorância da população para com as necessidades alimentares dos infantis e as qualidades nutricionais do leite materno é a geradora do descaso com a amamentação. Logo, é preciso realizar o trabalho de informar a sociedade da sua importância.
Além disso, uma vez que esse preconceito impede as mães de amamentarem seus filhos por medo de serem excluídas socialmente, nota-se impactos na saúde das crianças, podendo gerar complicações futuras, como doenças. Isso porque, assim como a Organização Nacional de Saúde comprova, o leite materno apresenta nutrientes e anticorpos necessários para o desenvolvimento infantil e sua segurança imunológica. Assim sendo, bebês que não foram alimentados diretamente pela mãe possuem sistemas imunológicos menos ativos, sendo um grupo de risco para várias doenças.
Portanto, é preciso por fim a visão de certa parcela populacional com relação ao amamentar materno uma vez que que é retratado como algo repulsivo. Para tanto, é necessário que o governo federal quebre o preconceito sobre esse ato ao investir na educação básica, direcionando o dinheiro para criação de aulas sobre a importância da amamentação afim de os futuros adultos não sejam preconceituosos para que, assim, as próximas gerações possam ser mantidas com maior segurança de doenças.