Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 18/04/2020
Em Esparta, a mulher era um simbolo intocável, pois era ela a responsável por cuidar e fortalecer os futuros guerreiros do exercito, nutrindo a criança com sua essência vital, o leite materno. Com o passar dos anos e constante avanço da tecnologia, a amamentação tornou-se uma prática relativamente incomum. No Brasil, ocorrem duas problemáticas em relação a alimentação materna: o preconceito quanto a prática em publico e a carência de nutrientes ao nutrir a criança com alimentos industrialmente
produzidos.
Em primeira análise, Einstein dizia que era mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito, e
é fato, pois a cultura implantada no Brasil sobre amamentação em lugares públicos sempre foi algo depravante, vulgar, entrando em contraste com os costumes europeus que acham essa prática totalmente normal. Esse preconceito se da a memórias de um antigo hábito patriarcal e machista, com a ideia da mulher não poder mostrar seus seios em público, principalmente quando algo está saindo dele. A maioria da população tem esse conceito implementado no subconsciente e mudar isso seria algo muito mais complexo do que uma revolução ou uma guerra, visto que fenômenos desse porte são capazes de transformar a sociedade culturalmente.
Em segunda análise, é necessário uma teoria cientifica sobre a ausência dos nutrientes que a criança
perde quando não se toma o leite materno, pois ainda que a tecnologia tenha desenvolvido alimentos com compostos quimicamente semelhantes ao natural, como o leite em pó, ainda não suprem a eficacia
do natural. Com isso, foi provado que famílias mais carentes têm menos chances de terem crianças com problemas de saúde, contrariando as mães que possuem mais condição financeira, estas optam por comprar leites prontos pela não adaptação ao processo de amamentação. Aliando a teoria à pratica
o Brasil apresenta bem menos casos de algum obstaculo no desenvolvimento infantil se comparado a países da Europa.
Portanto, por mais que o aleitamento materno no Brasil chegue a ser referência em outros lugares, ainda são precisos muitos projetos para amadurecer tal prática, O Ministério da Saúde junto ao Ministério da Mulher, Família e Direitos humanos criem campanhas encorajadoras às mulheres, criando assentos especiais em praças, deixando as mães mais confortáveis em alimentar seus filhos em público, assim, diminuindo o preconceito da sociedade. E também, criar um projeto cujo propósito seja distribuir um tipo de cesta básica especial para as genitoras de famílias mais pobres, integrando-as à programas já existentes, a fim de ter sempre nutrientes disponíveis para criar e fortalecer a criança.