Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 25/04/2020

Historicamente é sabido que os hebreus tinham como tradição amamentarem seus filhos por três anos, enquanto as escravas eram alugadas por Gregos e Romanos ricos, como amas-de-leite. Análogo a isso, observa-se que o aleitamento materno é uma questão tradicionalmente referida. No entanto, no Brasil ocorre a insuficiência de informações sobre o aleitamento materno para as mães, em especial para as periféricas e as adolescentes. Logo, são necessárias ações governamentais, juntamente com empresas privadas, visando o enfrentamento dessa situação.

De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), amamentar os bebês imediatamente após o nascimento pode reduzir a mortalidade neonatal – aquela que acontece até o 28º dia de vida. Contudo, devido a falta de informações adequadas, algumas mulheres, especialmente as periféricas, como moradoras de rua, não amamentam seus filhos da maneira correta. O desmame precoce é muitas vezes tido como uma falta de “motivação” da criança, no entanto, esse incentivo deve partir da mãe, que com as instruções corretas, devem exercitar essa prática.

Ademais, segundo a OMS(Organização Mundial da Saúde), cada mil adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos, 68,4 ficaram grávidas e tiveram seus bebês. Com base nesses dados, observa-se que é grande a ocorrência de gravidez na adolescência no Brasil, e por conta da imaturidade, um alto nível de estresse pode atingir essas mães, levando a incapacidade adequada para lidar com as questões alimentares das crianças e parando de amamentar, substituindo o leite por complementos, por exemplo.

Portanto, sabe-se que o aleitamento materno é uma questão a ser debatida no Brasil. Dessa maneira, o Ministério da Saúde deve investir em programas informacionais através de palestras ministradas por médicos e enfermeiros, que devem ocorrer nos principais centros das cidades brasileiras, com o intuito de ajudar mulheres periféricas a lidar melhor com a amamentação. Além disso, empresas privadas de complementos alimentares infantis, devem fazer propagandas incentivando o aleitamento, e comunicando que o uso desses produtos complementares devem ser feitos apenas em casos necessários, e sempre com acompanhamento pediátrico. Dessa maneira, as mulheres brasileiras seguiriam os ensinamentos deixados pelas hebraicas.