Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 23/04/2020

Segundo a Constituição de 1988, todos os cidadãos têm os mesmos direitos. Contudo, isso vai de encontro com a questão do aleitamento materno brasileiro, já que as mães encontram dificuldades direcionadas à amamentação de seus filhos. Assim, isso pode ser notado tanto com o preconceito sofrido por essas mulheres, quanto com a falta de conhecimento sobre sua a importância.

De acordo com a Pesquisa Global sobre Aleitamento Materno, cerca de 47% das mulheres se sentiram envergonhadas e/ou sofreram preconceito ao amamentarem seus filhos. Nessa lógica, a sociedade brasileira ainda tem um pensamento retrógrado relacionado a figura feminina, sexualizando  ou desprezando uma atitude natural, como a amamentação, proferindo sobre essas mães a ignorância, e fazendo com que elas se sintam amedrontadas ao  alimentarem seus filhos, principalmente se existir alguém por perto.

Além disso, seguindo os fundamentos de uma das teorias do pensador Antônio Cândido, a “Contradição Humana” ocorre quando a sociedade chega ao seu auge tecnológico, mas ao mesmo tempo vive o declínio de suas relações sociais, com a falta de diálogo. Dessa forma, correspondendo aos aspectos teóricos, a maior parte da sociedade brasileira ainda não conta com total conhecimento dos benefícios trazidos pelo aleitamento materno. Desse modo, o futuro bem-estar dos adultos é comprometido.

Portanto, para melhorar a qualidade de vida dos futuros adultos e acabar com o preconceito relacionado ao aleitamento em questão no Brasil, cabe ao povo a busca pelo conhecimento, podendo ser por meio de pesquisas digitais, que relatam o benefício que a amamentação traz para a saúde, mas também mostre que é algo natural e necessário, não devendo ser sexualizado. Nesse sentido o artigo deve explicar com o uso de uma linguagem simples, expondo o direito das mães de alimentar seus filhos.