Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 29/04/2020
Aleitamento é a atividade natural de amamentação do bebê, por meio do leite materno extraído do seio de sua mãe. É um processo que envolve interação profunda entre mãe e filho, com repercussões no estado nutricional, fisiológico e no desenvolvimento cognitivo e emocional do bebê, além de ter implicações na saúde física e mental da mãe. Tendo em vista tamanha importância, este é um processo imprescindível desde os primeiros dias de vida da criança, o qual deve ser garantido e incentivado a todas as mães. Neste sentido, infere-se a necessidade de analisar as causas e consequências da não amamentação.
Além da superioridade comprovada do leite materno sobre os leites de outras espécies, há evidências de que ele evita diarréia, infecções respiratórias, diminui riscos de alergias, obesidade, entre outras doenças no bebê, segundo dados da Organização Mundial da Saúde - OMS.
Ademais, conforme estatísticas do ano de 2013, apenas 36,6% das crianças até seis meses de vida recebem leite exclusivamente materno. Mesmo que os índices brasileiros sejam positivos quanto aos do resto do mundo, ainda sim, há mães que optam por não amamentar seu filho, seja por falta ou dificuldade da extração do leite ou de problemas físicos da mãe e/ou do bebê, o que acarreta em diversos problemas que impedem o desenvolvimento pleno da criança.
Em síntese, o aleitamento materno é necessário visto tamanhos benefícios de saúde. Para garanti-lo, é papel do Ministério da Saúde desenvolver cartilhas e campanhas de conscientização sobre a importância da amamentação destinadas às gestantes e as mães em período lactante a fim de aumentar os índices de aleitamento materno pré seis meses em todo o território nacional.