Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 29/04/2020

Amamentar é uma ação linda, na qual a mãe e filho compartilham um dos afetos humanos mais importantes. Além disso, o aleitamento materno é fundamental pois interfere diretamente no desenvolvimento da criança, na questão emocional, física e intelectual. Porém, apesar da importância de tal ato muitas brasileiras, entretanto, encontram constrangimento ao amamentar em ambientes públicos, ou até mesmo dificuldade em fazer o aleitamento exclusivo de seus filhos por no mínimo 6 meses indicados pela OMS.

Em primeiro plano, é possível destacar o constrangimento relatado pelas mães. Segundo a Revista Crescer 47,5 % das mães já sofreram críticas ou preconceito por amamentar em público , o que é estranho pois 96% das mulheres entrevistadas relataram que a amamentação é a melhor forma de alimentar o bebê.

Ademais, muitas mulheres não conseguem amamentar seus filhos pelo tempo indicado pela OMS. Seja por não produzir a quantidade de leite necessária, por causas como muita perda de sangue durante o parto, distúrbios hormonais ou até mesmo estresse excessivo. Outras causas são ter que voltar ao trabalho, desconfortos como dor ao amamentar,  ter que acordar de madrugada, frequência em amamentar, pressão da família para que você volte a sua rotina e preocupação de como vai ficar seu corpo.

Logo, O Ministério da Saúde deve ampliar as campanhas publicitárias  por meio da vinculação destas através dos diversos meios de comunicação como rádios, televisores, entre outros. Nesse sentido, busca-se conscientizar a população sobre a importância que a amamentação promove à saúde do bebê, não somente física como também afetiva, devido à conexão maior entre mãe e filho. Espera-se, com isso, que esse gesto importante não diminua, devido à falta de informação. Também cabe ao governo fazer leis e ações mais efetivas para impedir que mulheres que trabalham como autônomas voltem ao trabalho, possibilitando assim que ela fique em casa e amamente o bebê.