Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 29/04/2020
Embora, existam estímulos que busque orientar sobre a importância desse ato, ainda há falta de informações, conscientização e preconceito. Tal prática, vai além de uma ação de amor e carinho entre mãe e filho, é um problema de saúde pública, sendo um direito biologicamente determinado. Em primeira argumento, cabe pontuar que no Brasil segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), apenas 39% dos bebês de até 5 meses são alimentados exclusivamente com leite materno. Tais dados indicam uma sociedade pós-moderna, em busca de praticidade, agilidade e facilidade muitas mães recorrem às indústrias lácteas infantis que comercializam leite artificial, podendo ocasionar prejuízos futuros a criança. São necessárias novas estratégias de promoção e apoio as lactantes a cerca da amamentação, há benefícios nutricionais, imunológicos, cognitivos, econômico e social, que nenhum outro possui. Somando a isso, é lícito postular que em 2019, o Senado Federal ampliou o período da jornada reduzida de 15 para 24 meses as servidoras do Senado que ainda amamentam seus filhos. Representou um grande passo, no que diz respeito ao aleitamento materno e a garantia de direitos fundamentais que consiste em promover o desenvolvimento e o crescimento saudável da criança. Então, a amplificação desse direito para outros grupos é fundamental. Portanto, é necessária o empenho do Governo Federal, sociedade e empresas. Para isso, o primeiro passo está na amplificação e revisão de leis existentes, como a extensão da licença maternidade, além disso, as empresas por meio de incentivos do governo poderiam apoiar as mães a amamentarem, seus filhos, com salas especiais para retirar do leite ou até mesmo amamentar seu filho no local,garantindo um melhor rendimento no trabalho da mulher, ambas as partes sairiam ganhando. Além disso, a criação de um projeto é fundamental, para conscientizar e divulgar a importância do aleitamento materno.