Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 30/04/2020
Foi em 1973 quando alguns médicos no Centro Internacional, em Paris, que começaram a tomar interesse pelo estudo da amamentação. Em pleno século XXI, um dos principais fatores que influenciam na questão do aleitamento materno é o preconceito que a sociedade e o desconforto que existe quando uma mãe amamenta seu filho em locais públicos. Se pode afirmar que a mãe que sente dores ou desconforto ao amamentar, deixa de suprir o bebê com o saudável leite materno.
A questão do aleitamento materno de maneira publicamente, nunca foi um problema. A sociedade apresenta preconceito e um sentimento de nojo quando vêem um uma mãe amamentando o que faz com que se perceba a precária sociedade em que vivemos, pois nem mesmo um ato de amor como a mãe dando alimento ao seu filho, faz com que a população deixe o preconceito de lado.
No Brasil, apenas 36,6% das crianças com até seis meses de vida recebem o leite materno, essa questão se deve que diversas mães param de dar mamá por sentirem dor, ter que acordar no meio da noite, o medo em relação a pega do bebê ou não conseguir amamentar no tempo indicado. Isso é um grande empecilho para o desenvolvimento do bebê pois a ausência do leite materno até o seis meses, o que deixa sua alimentação precária, decorrente que o leite materno é insubstituível por qualquer mamadeira ou fórmula.
Apresentados os fatos, podemos afirmar que cabe ao ministério público aumente o tempo de licença maternidade para que as mães tenham mais tempo para que consigam suprir os bebês, cabe a ele também realizar a divulgação dos hospitais da criança esses que auxiliam a mãe nos primeiros passos e motivam-as para que não utilizem fórmulas ou deixem de utilizar o leite materno antes dos 6 meses de vida do bebê. Uma maneira de acabar com o preconceito da amamentação é discutir este assunto no ambiente escolar e publicamente em propagandas, comerciais e mídias sociais.