Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 03/05/2020
O ato de amamentar é importantíssimo para a saúde da criança. O leite materno proporciona uma fácil digestão, além de cumprir as funções das proteínas, vitaminas, açúcares e sais minerais no organismo do bebê. O leite materno não protege só o bebê, mas também a mãe, diminuindo a chance de ter câncer de mama, câncer de ovário e hemorragias pós-parto. Diante desses fatos, o aleitamento é algo normal e saudável, porém as mulheres brasileiras sofrem preconceito ao amamentarem em público.
No Brasil, a porcentagem de mulheres que amamentam é alta, de acordo com o site “Unesco”, 36,6%, o que gera uma boa reputação para o país sobre este assunto. Mas ainda que as mulheres brasileiras amamentem seus filhos, 47,5% delas sofrem preconceito ao fazer isto em público. Isso não deveria ocorrer, visto que o Senado aprovou a lei que permite que as mulheres amamentem seus filhos tanto em locais privados quanto públicos, sem precisarem sofrer nenhum tipo de “chamamento”.
Além do preconceito, muitas mulheres se tornam mães ainda muito novas, cuidando dos seus filhos sem muito conhecimento sobre aleitamento. Diante disso, essas mães não amamentam seus filhos, forçando o leite não natural de forma precoce. Outrossim, essas mães não amamentam por questão de vaidade, pois pensam que isso acarretará em uma mudança nos seus seios após esse período e claramente esses fatos acabam afetando a saúde da criança.
Para ajudar intervir nesses determinados problemas, o Governo poderia tomar a iniciativa de introduzir esse assunto no cotidiano da sociedade brasileira. Uma tentativa de agir quanto a isso seria disponibilizar comerciais nos sistemas de televisões, o que faz parte todos os dias da rotina dos brasileiros. Além dessa tentativa, também publicar cartazes nas ruas, principalmente nas mais frequentadas, sendo essa tese e esse pensamento anti-preconceituoso fixados na mente de todos que passarem por ali ao longo de todo o dia.