Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 04/05/2020

Desde sempre na humanidade, é próprio da condição humana o ato de amamentar. A realização da amamentação, é um processo de interação entre mãe e filho, que está diretamente ligado ao estado nutricional da criança, ou seja, seu desenvolvimento cognitivo e emocional. Entretanto, muitas mulheres não são favoráveis ao aleitamento durante os primeiros meses de vida da criança, seja pela falta de informação bem como por razões estéticas.

Segundo estudo de avaliação de risco, poderiam ser salvas 1,47 milhões de vidas por ano se, a recomendação de aleitamento materno fosse cumprida. Apesar dos esforços de profissionais da saúde em mostrar a importância de nutrir o recém-nascido corretamente, tais orientações não são seguidas. Consequentemente, a mãe deixa de oferecer tributos essenciais ao filho, ocasionando futuramente diversos problemas.

Existem também mães que, deixam de amamentar os filhos por razões estéticas, levando em consideração somente aspectos do corpo e não as necessidades do outro. Pensamentos assim contribuem para um não desenvolvimento adequado para a criança. Dessa forma, cabe aos profissionais, comunicarem com eficiência medidas de promoção e apoio ao aleitamento materno.

Sendo assim, é de responsabilidade de órgãos governamentais como a SNPM (Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres), órgão do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, deve criar campanhas que incentivem o processo da amamentação, reconhecendo a mulher como protagonista desse processo e apoiando esta. É papel da sociedade também, compreender o aleitamento no contexto sociocultural e familiar, assim cuidando da mãe e do filho, para que seja possível desconstruir  ideias preconceituosas que, são potenciais estimulantes para a negligência desse processo.