Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 23/05/2020

Na sociedade patriarcal, o sistema social é dominada pela figura masculina e que predominam em funções de lideranças. Nesse sentido, há visão masculinizada da sociedade a respeito do corpo feminino, no contexto do aleitamento materno é evidente quando a polêmica da amamentação em vias públicas. Além do pouca esclarecimento das mães de “primeira viagem” sobre o modo de alimentar as crianças, isto demostra como as mulheres são tratadas no conjunto da sociedade citada.

A priori, segundo a estudiosa, Heleieth Saffioti, o sistema do patriarcado tornou as mulheres objetos de satisfação sexual e com fins reprodutivos. Dessa forma, a  perspectiva do homem sobrepõe a própria questão feminina do aleitamento materno, uma vez que, mulheres que alimentam em espaços públicos seus filhos são mal vistas pela sociedade. Pois seu órgão natural de amamentação é sexualizada por essa cultura supracitada.

Outro aspecto, a ausência de uma orientação especializada de pré e de pós-parto, no Brasil, acerca da temática do aleitamento materno, gera no ambiente feminino dificuldades na fase dos primeiros meses depois da gravidez. À luz disso, agravamentos, por exemplo; falta de nutrientes e proteínas aos bebês e depressão pós-partos, são acentuada nesse conjunto. Sob esse prisma, tais cenários são maléficos às mulheres e as crianças.

Em suma, observam-se ações. Portanto, cabe ao Poder Público a elaboração da promoção educativa, em lei, da sociedade, a respeito da objetificação da mulher, por meio de palestres em espaços públicos e privados, além de um carácter repressório e didático a discursos misóginos. Ademais, por esse meio legal, a obrigatoriedade dos hospitais a fornecer um especialista para ilusidas inquietudes dessas mulheres e apoio psicológico, social e físico. A fim de mitigar uma sociedade, historicamente patriarcal.