Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 25/05/2020

A Segunda Guerra Mundial foi um conflito militar que ocorreu no século XX e favoreceu a emancipação feminina, uma vez que as mulheres tiveram oportunidades de trabalhar fora do ambiente doméstico e adquiriram importância na sociedade. Hodiernamente, a coragem e a força características do sexo feminino estão presentes em diversos âmbitos, como no aleitamento. Incontestavelmente, a amamentação tem inúmeros benefícios e é essencial na vida do bebê, apesar de que muitas mães não têm informação suficiente sobre o assunto.

A priori, é importante discorrer sobre a fundamentalidade da amamentação na vida do bebê. Efetivamente, o leite materno contém a capacidade calórica e metabólica necessária para o crescimento e desenvolvimento da criança, além de oferecer imunização, segundo a médica Vanessa, credenciada pela Sociedade Brasileira Pediátrica (SBP). Dessa forma, é essencial que o neném receba o aleitamento, com o propósito de ter maior proteção e uma alimentação saudável.

Em contrapartida,  vale ressaltar sobre a carência de conhecimento que as mulheres têm sobre o alactamento. Exemplificando, elas não têm acompanhamento adequado com obstetra e pediatra, logo, as mães não têm informação suficiente sobre a suma importância da amamentação, optando por fórmulas e por não realizar essa interação entre mãe e filho. Por conseguinte, a média brasileira de leite materno oferecido ao bebê é de 54 dias, segundo o site Vvale, enquanto a OMS defende que a amamentação é essencial nos 6 primeiros meses de vida da criança.

Diante do exposto, faz-se necessária a atuação do Ministério da Saúde, em parceria com o Estado, no oferecimento de acompanhamento com obstetras e pediatras (credenciados pela SBP) para as mães e filhos. Isso deve ocorrer por intermédio de consultas gratuitas e mensais nas comunidades, a fim de aumentar o conhecimento das mulheres e as informações sobre a amamentação, incluindo sua importância no crescimento e desenvolvimento do bebê.