Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 18/06/2020

Um assunto extremamente relevante, mas pouco discutido, que sempre esteve na sociedade brasileira, o aleitamento materno; essa prática não é apenas uma ação de amor e carinho entre mãe e filho, é um direito biológico.

Segundo a OMS, no Brasil, 39% dos bebês de até 5 meses são alimentados apenas com o leite materno. De um certo ponto de vista, isso nos mostra que vivemos em uma sociedade pós-moderna, na qual, as mães procuram agilidade, praticidade e facilidade recorrendo às industrias lácteas infantis, que praticam a comercialização de leite artificial; tal escolha, pode ocasionar em prejuízos futuros para a criança. São de extrema importância novas estratégias de persuasão para apoio aos lactantes à cerca da amamentação, levando em consideração seus inúmeros benefícios para o organismo da criança, e sendo para os pais, economicamente melhor.

Em 2019, o Senado Federal ampliou o período da jornada reduzida de 15 para 24 meses às servidoras do senado que ainda amamentam seus filhos, tal ato representou um grande passo no que se diz respeito ao aleitamento materno e aos direitos fundamentais, que consiste em promover o desenvolvimento e crescimento saudável da criança, mas deve-se levar em consideração a necessidade do ampliamento desse direito para outros grupos, garantindo a equidade da legislação.

A licença maternidade e a redução da jornada do trabalho são formas essenciais de apoio ao aleitamento materno, empresas por meio de incentivo do governo poderiam apoiar as mães a amamentarem, havendo salas especiais para retirar o leite, ou ate mesmo amamentar a criança no local, tendo assim um maior rendimento da mulher no trabalho. Um projeto chamado “Amamentar é Amar” é fundamental para a conscientização das mulheres à cerca da importância da amamentação para saúde de seus filhos e de seus direitos.