Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 13/07/2020

Sabemos que o leite materno e o melhor jeito de garantir os nutrientes aos bebês, Ou seja, substitui-lo por algo genérico que possa ter os mesmos benefícios é de modo incompreensível. No entanto, apesar da significante importância do aleitamento materno para o desenvolvimento do recém-nascido, surgem uma série de obstáculos para as mães. Visto que, cada amamentação difere-se de mulher para mulher, e assim, com a pouca colaboração social, amamentar fica em segundo plano, surgindo consequências ao desenvolvimento da criança. Por imediato, torna-se necessário um maior engajamento das políticas publicas perante a esses problemas que atrapalham o ato de amamentar. Segundo a UNESCO, em 2017 cerca de 40% das crianças até seis meses receberam exclusivamente o leite materno, hoje, milhares de crianças estão usufruindo dos inúmeros benefícios causados pelo aleitamento, como: desenvolvimento do processo imunológico, combate a infecções, alergias e doenças oportunas. Portanto, é indiscutível parar o incentivo social por parte da população e do Estado, visto que a amamentação torna seres humanos mais fortes, inteligentes e capazes de viver por mais tempo. No entanto, infelizmente, em nossa sociedade, em pleno século XXI, ainda existem pessoas que praticam o preconceito e a discriminação contra mulheres que amamentam. Embora a liberdade seja algo indiscutível para viver, uma vez que sofrem de maneira discriminatória e violenta, haja vista o preconceito da sociedade machista e conservadora, que impede muitas vezes as mães de amamentar em público. Desse modo, é fundamental campanhas do Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da saúde, em todos os setores da sociedade, promovendo palestras com profissionais em empresas, escolas e universidades sobre o preconceito e o respeito a amamentação.