Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 25/07/2020

No século XVIII, com a Revolução Industrial, as mulheres que costumavam amamentar seus filhos, foram trabalhar nas fábricas. Por conseguinte, gerou motivação à busca de alternativas para nutrir os bebês. Logo, na contemporaneidade, há inúmeros fatores pelos quais, as mães não aleitam seus filhos em público. Pode-se incluir o preconceito da sociedade.

Em primeiro plano, vale ressaltar que há genitoras que não amamentam por questões de estéticas. De modo que, substituem o leite materno por mamadeiras, em troca de manter o corpo no padrão de beleza imposto no meio social. Entretanto, o preconceito também influencia a este fator. Há diversas mães que se sentem constrangidas a ter que amamentar em lugares públicos, dessa forma, procuram locais específicos e escondidos de todos.

Ademais, em uma das das Leis de Newton, ele relata que para toda ação existe uma reação. Atrelado a isso, nota-se que é necessário uma atitude para conscientizar a população, sobre a magnitude da amamentação, para, só então, haver resultados positivos na sociedade. Outrossim, o Brasil é considerado como o país em que, as mulheres mais sofrem implicância por amamentar em público. Por isso, deve-se ter maneiras para resolver esse impasse.

Dado o exposto, o Ministério da Saúde deve intervir ao criar estratégias para o conhecimento sobre a importância do leite materno para o bebê. Em parceira com a mídia, eles podem elaborar campanhas que conscientize a sociedade a acabar com o preconceito que as mães sofrem por amamentar em público. A fim de agregar informações a população e atenuar a intolerância que as genetrizes enfrentam.