Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 21/09/2020
Aos brasileiros e estrangeiros que reside no país, a à garantia do direito a vida, a liberdade e igualdade. Termos estes garantidos no artigo 5 da Constituição Federal, mas o seu enquadramento no aleitamento materno demonstra uma negligência a quem deveria ser acolhida. Ser mãe e trabalhadora no país vem mobilizando o medo das mesmas pelos problemas que são expostos nessa fase.
No período escravocrata, era comum a presença das mães de leites, mulheres negras que deixava de amamentar o seu filho para promover este ato aos bebês da nobreza, conciliando está tarefa ao afazeres domésticos, uma aplicabilidade enquadrada a demanda dos tempos modernos as mulheres do século XXI, conciliar o seu sustento ao do seu filho se torna uma tarefa nobre e romantizada quando os bastidores se encontram ausentes aos telespectadores. Além do não acolhimento das empresas e a carência de políticas públicas para dar a devida importância ao período de aleitamento materno, mães e filhos são expostos ao preconceito social por desenvolver este ato no meio público.
Outrossim, a revista Super interessante publicou uma matéria que constata a capacidade do leite de influenciar até a forma como os genes se expressam, ou seja, promover uma boa amamentação irá interferir no desenvolvimentos cognitivos da criança. Entretanto, na atualidade além da escassez de informações sobre a importância do tal, a uma carência na demanda de leites para mães que são incapazes de produzir o mesmo, atos presenciados na periferia, onde há maior nível de desnutrição infantil, este hábito regressista vem se tornando um ciclo que é esquecido pelo sistema público, levando o país ao subdesenvolvimento.
Portanto, medidas são necessárias para resolver este impasse. Cabendo ao Sistema de Saúde desenvolver campanhas para arrecadação de leites, onde cada unidade de saúde deve ter os equipamentos para coleta, e está enquadrado no direitos trabalhistas um prazo de no mínimo três meses no período do aleitamento, dando início a um país igualitário.