Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 05/10/2020
O aleitamento materno é, sem dúvidas, um dos maiores atos de amor que uma mãe pode oferecer a seu filho, pois presenteia-os com uma série de fontes imunológicas que os protegem até a fase adulta. No entanto, esta ação amorosa não ocorre plenamente: muitas crianças não a recebem, e portanto, suas saúdes são expostas a riscos. Por conseguinte, delibera-se a respeito da amamentação no Brasil.
Primeiramente, é coerente ressaltar a afirmação anterior sobre a atividade em questão ser um dos melhores presentes que um bebê possa receber: o leite do seio da mãe carrega benefícios tanto ao filho quanto à ela: a ele, cabe dizer que é uma excelente fonte de bioquímicos, como proteínas, carboidratos, sais minerais e, inclusive, água. Uma criança alactada até os seis meses de idade é privilegiada com 13% menos chances de mortalidade aos 5 anos, por receber doses diárias de anticorpos produzidos no seio materno. Os benefícios à mãe são: além de um maior contato com seu filho, reduz drasticamente as chances de desenvolver câncer de mama. Portanto, torna-se essencial que toda criança receba doses diárias de leite humano.
Contudo, muitos recém-nascidos não recebem a devida amamentação de suas mães, seja por razão da ausência da figura materna ou falta de tempo da responsável para realizar tal ato. Em relação a esse aspecto, o Ministério da Saúde desenvolveu o Banco de Leite Humano (BLH): uma iniciativa que possui como finalidade a criação de bancos receptores de doações de leite de mulheres que ajudam as crianças distantes da nutrição em questão. Portanto, para um melhor desempenho no projeto do Ministério, cabe à população brasileira receber pleno conhecimento sobre ele e, desse modo, oferecer maior quantidade de leite humano possível.
Em síntese, com finalidade de garantir a saúde das futuras gerações através do aleitamento humano, cabe ao Ministério da Saúde desenvolver campanhas nacionais que incentivem as mulheres brasileiras (capazes de realizarem tal ação) de doarem, sempre que possível, seus leites àquelas que não podem oferecer a seus filhos. As campanhas devem ser realizadas através de propagandas jornalísticas, ou via internet, além de realizar a divulgação das localizações dos bancos receptores das contribuições e as vantagens de garantir o alactamento às crianças recém-nascidas.