Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 28/10/2020

Segundo a organização mundial da saúde, é recomendável a amamentação exclusiva por seis meses, pois o aleitamento materno é responsável por fornecer vitaminas, açúcares, sais minerais, substâncias anti-inflamatórias e células tronco. Porém, muitas vezes esse tempo mínimo de seis meses não é respeitado, pelo fato de serem mães solteiras e as únicas provedoras do lar, são obrigadas a encurtar o período de amamentação para voltar ao mercado de trabalho e outro motivo seria a dificuldade em produzir leite.

Sabe-se que a ideia de permanecer afastadas do trabalho, pode ser preocupante para algumas mães. Algumas além de serem solteiras, tem receio de serem dispensadas, outras são autônomas e não podem ficar longe de suas tarefas para não comprometer a renda familiar. Este tipo de situação, acaba obrigando a mãe a encurtar o período de amamentação, deixando a saúde do bebê vulnerável, também podendo gerar dificuldades na produção de leite por causa do estresse e ansiedade.

Em consequência disso, a falta ou encurtamento do período de aleitamento materno, acaba influenciando de forma negativa na saúde do bebê, pois fica suscetível a infecções gastrointestinais e respiratórias, além de ser muito importante para o desenvolvimento físico e intelectual do recém nascido.

Logo, medidas públicas são necessárias para obtermos condições adequadas e humanas, tanto para o bebê, quanto para a mãe. É necessário que o ministério da saúde e o ministério do trabalho cooperem, criando novas leis, aumentando o tempo de licença maternidade e gerando um auxílio financeiro para essas mães em fase de aleitamento materno, através de iniciativas privadas ou fundos de garantia. Desse modo, terão a oportunidade de garantir a saúde e o desenvolvimento do bebê.