Aleitamento materno em questão no Brasil
Enviada em 19/12/2020
Em pleno século xxi existem muitos benefícios, riscos e prenconceitos de acordo com o aleitamento materno no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o (OPAS) afirmam que o leite materno é recomendado até os 6 meses de idade. Nisso, pode levar até os 2 anos ou até mais para ter uma amamentação completa nos recém-nascidos até seus primeiros anos iniciais.
Além disso, vale ressaltar por ser natural e saudável para os bebês, trazem inúmeros auxílios para as mamães conforme no site Sociedade Goiana De Pediatria (notícias SGP) anuncia dentre eles: ameniza doenças como diarreias, alergias e cólicas por exemplo, aumenta o laço entre mães e filhos, previne doenças futuras, fortalece a arca dentária. Nas geradoras ajuda perder peso, evitar a ter osteoporose, cancer de mama e até infarto.
Por outro lado, possiblidade de perigo da falta de aleitação pode vim a levar a morte. De acordo com os dados estatísticos da OMS 33% dos nascidos sem irem para o peito tiveram chance de morrer do que aqueles que já nasceram e foram diretos, pois o leite materno é rico em nutrientes e vitaminas, pois somente esses leites já faz todas as funções necessárias do que os perigos de leite de vaca e o de caixinha.
Sendo assim, no site + tua saúde a nutricionista Tatiana Zanin alerta que não é lícito o uso de leite de vaca em menores de 1 ano, isso irá trazer consequências a saude depois. Até os vegetais como sojas, aveias e amêndoas devem ser evitados. Dentro isso muitas mulheres brasileiras sofrem prenconceitos em conformidade com estatísticas de 2017 exibida no site bebê.com.br 47,5% sofrem por amamentar em vias públicas.
Dessa forma, essas abordagens na sociedade com os dados apontam o atual cenário dos tempos atuais que precisam de total atenção para por fim nos riscos e penconceitos nas mães brasileiras para que tenham seus direitos aceitos junto com a OMS, Governos, SUS e Pediatrias e Polícias possam fazer um trabalho de alertar e conscientizar nos jornais, manchetes, cartazes e vigilâncias para juntos mudar essa realidade.