Aleitamento materno em questão no Brasil

Enviada em 15/01/2021

A Terceira Revolução Industrial, a Revolução Técnico-Científico, iniciada no meado do século XX, inaugurou diversos avanços tecnológicos na informática e telecomunicações. Dessa maneira, um dos adventos desse desenvolvimento foi trazer a discussão de assuntos, como o aleitamento materno, em pauta. No Brasil, a Universidade de Yale faz pesquisa na área, pois o país é referência mundial na amamentação. Entretanto, o índice ainda é baixo, pois devido à falta de informação e incentivo que, consequentemente, transformam-se em problemas na lactação.

Em primeiro plano, é válido citar que, o pouco conhecimento da população na relação entre a mãe e o filho recém nascido, torna-se uma problemática na questão da amamentação. Dessa forma, um dos principais problema é a pegada errada, pois a sucção do bebê incorreta causa fissuras e, assim, o aleitamento, por causa da intensa dor, torna-se uma tortura para mãe. Além disso, os nutrientes necessário para a criança ganhar peso não são obtidos. Porém, de acordo com os iluministas Diderot e D’Alembert, autores da “Enciclopédia”, a democratização da educação é fundamental no combate à alienação dos cidadãos, garantindo aos mesmos efetiva liberdade. Sendo assim, o estudo na área é essencial para que haja suga eficaz do bebê e, assim, não ser um motivo para os pais recorrerem a fórmula.

Por consequência, a falta de incentivo na pesquisa dessa área, causa problemas na amamentação. À vista disso, a mastite - inflamação nas glândulas mamárias, que ocorre por causa de bactérias que entram pelas fissuras - é recorrente nas mães que estão iniciando a lactação. Todavia, Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, disserta em sua obra, “Globalização e as Consequências Humanas”, que o estado caminha para a desordem mundial, causada, sobretudo, pela falta de controle estatal. Logo, o leite materno sana necessidades nutricionais e imunológicas que serão usadas a longo prazo e, então o pouco investimento do governo na conexão mãe e filho, reflete no decorrer da vida do indivíduo.

Portanto, é mister que haja aplicação de recursos em políticas públicas para a melhorar a situação do país nesse quesito. Urge que o Ministério da Saúde, por meio de palestras com enfermeiras-obstetras e médicos com especialização na área, oriente a mãe dando auxílio na amamentação no pré e pós parto, com o objetivo de aumentar o índice de aleitamento infantil. Ademais, a sucção deve ocorrer nas primeiras horas de vida do bebê, criando uma conexão forte entre a mãe e o neném. Destarte, haverá o conhecimento que Diderot e D’alembert dissertaram e controle estatal de Zygmunt Bauman sobre a questão.