Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 10/11/2021
É de conhecimento geral que as minorias sociais são pessoas as quais não têm seus direitos básicos garantidos. Entre elas estão as pessoas transexuais, que são constantemente discriminadas pela sociedade e até mesmo pela família. Grande parte desse preconceito se dá por não haver conhecimento sobre a comunidade trans. E essa falta de consciência, piora a forma como a pessoa trans se vê e em casos mais extremos a mata.
É incontestável que quando nascemos nosso genero é determinado por nosso sexo biológico, e isso é um padrão histórico, no entanto há quem não se identifica com o genero o qual foi imposto, como é o caso dos transsexuais. E por se desvincular do “molde”, os transsexuais são constantes alvos de preconceito e discriminação, dificultando ainda mais a sua trajetória. Pois eles já passam por diversos problemas com distorção de imagem, disforia e autoestima baixa, por serem diferentes do padrão, muitos se sentem “errados”. Aliado a essas distorções de imagem surgem outros distúrbios psicológicos, como a depressão, que é quatro vezes maior entre trans do que o registrado entre a população brasileira, segundo pesquisa feita pelo site OP+.
E como se os problemas psicológicos não fossem suficientes, o preconceito gera agressão física e/ou psicológica, em casos mais graves a intolerância mata, e mata muito. Segundo o G1, pelo 12° anos seguido o Brasil é considerado o país mais perigoso do mundo para pessoas trans, sendo também o que mais mata, ocorrendo uma morte a cada dois dias. Ou seja, além das lutas internas, os trans ainda têm que lutar para sobreviver e para garantir seus direitos.
Tendo o mencionado em vista, cabe às grandes empresas divulgarem e produzir materiais informativos sobre diversidade e comunidade LGBTQIA+, para que a população veja que são pessoas normais, apenas diferentes e deixem de lado todo esse preconceito.