Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 10/11/2021

Albert Einstein, físico, dizia “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Infelizmente, percebe-se que a discriminação está bastante frequente  nas pessoas. O Brasil possui diversos transgêneros vítimas de violência. Com isso, a falta de atitude estatal e o estigma associado à comunidade LGBTQIA+ são fatores que impedem um findar desse problema no país.

Em primeiro plano, evidencia-se o descaso do governo. Michael Jackson, cantor e compositor, na canção “They Don’t Care About Us”, critica a falta de atitude  do Estado em atuar nas necessidades da população, gerando uma sensação de invisibilidade social aos cidadãos. Analogamente, trazendo para a realidade do país, fica nítido que a transfobia é um problema e essas vítimas que não têm uma assistência do governo compartilham desse mesmo sentimento diariamente.

Em segundo plano, observa-se o pensamento discriminatório de muitos a essas pessoas. Isaac Asimov, escritor, dizia “A violência é o último refúgio do incompetente”. Com isso, nota-se que tal frase é uma grande verdade, afinal, diversos temas que poderiam simplesmente serem resolvidos com diálogo rapidamente se transformam em brutalidades que a violência traz.  A transfobia é um desses problemas que poderia ser discutido em sociedade ao invés de ter novas vítimas a cada dia.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar tal problemática. O governo e o Ministério da Cidadania devem atuar na garantia da proteção e integridade desses indivíduos, através da adoção de assistências sociais, de modo que os transgêneros possam morar em um local mais seguro, a fim de garantir uma vida de dignidade para eles. Concomitantemente, a sociedade deve entender a importância do respeito, pois é ele que move as relações sociais, permitindo que o Brasil seja mais inclusivo, com menos violência e mais empatia.