Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 10/11/2021
O documento jurídico mais importante e alentado do Brasil, a Constituição Federal de 1988, conjectura em seu quinto artigo, o direito a igualdade e segurança como essencial a todo e qualquer cidadão brasileiro. Nada obstante, tal proposta não vem sendo aplicada de forma eficiente quando observado a transfobia no Brasil, dificultando, assim, a propagação desse direito de extrema importância a todo cidadão brasileiro. A partir dessa visão, é importante analisar-se fatores que contribuem para esse problema.
Primordialmente, é válido pontuar, a lenta interferência dos meios políticos para a solução desse cenário. De acordo com o sociólogo brasileiro e ativista dos direitos humanos, Hebert José de Sousa, o desenvolvimento humano só será executado quando a sociedade desempenhar alguns princípios importantes, tais como: igualdade, diversidade e a participação. Contudo, atualmente, é inadmissível que tal problema ocorra e também que, orgãos do governo, não se posicionem de maneira efetiva para tentar combater esse obstáculo.
Outrossim, é fundamental expor dados que comprovam o quão problemático é esse assunto no Brasil. Diante do gráfico apresentado pela central de notícias, Central Sul, de 2010 até 2017, ocorreram em média 120 homicídios por ano contra pessoas trans. Além disso, em 2016, o Brasil chegou ao primeiro lugar entre os países mais assassinos de pessoas trans, deixando claro, a necessidade de medidas sobre a problemática. Logo, é inacetável que esse cenário continue a perdurar.
Contudo, são indispensáveis medidas para que possa dar fim a esse problema. Desse modo, afim de diminuir significadamente a quantidade de pessoas transfóbicas no Brasil, consequentemente, diminuindo os assassinatos a essas pessoas, é preciso que a população realize grandes protestos exigindo que seja colocado em prática a carta magna do país, onde diz em seu quinto artigo, resumidamente, que todos são iguais perante a lei, garantindo à liberdade, à segurança e principalmente à vida. Assim, será gerada uma sociedade mais segura para todos, onde a sociedade estará consciente que todos são iguais independente do gênero.