Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 11/11/2021

É de conhecimento geral que as minorias sociais são pessoas as quais não têm seus direitos básicos garantidos. Entre elas estão as pessoas transexuais, que são constantemente discriminadas pela sociedade e até mesmo pela família. Grande parte desse preconceito se dá por não haver conhecimento sobre a comunidade trans. Além disso, essa falta de consciência piora a forma como a pessoa trans se vê e em casos mais extremos a mata.

É incontestável que quando nascemos nosso gênero é determinado por nosso sexo biológico, e isso é um padrão histórico, no entanto há quem não se identifica com o gênero que lhe foi imposto, como é o caso dos transsexuais, que por se desvincularem do “molde”, são constantes alvos de preconceito e discriminação, dificultando ainda mais a sua trajetória. Tendo em vista que eles já passam por diversos problemas como a distorção de imagem, disforia e autoestima baixa. Aliado a isso surgem outros distúrbios psicológicos, como a depressão, que é quatro vezes maior entre trans do que o registrado entre a população brasileira, segundo pesquisa feita pelo site OP+.

Além dos problemas psicológicos, o preconceito gera agressão física e/ou psicológica, em casos mais graves a intolerância mata, e mata muito. Segundo o G1, pelo 12° anos seguido o Brasil é considerado o país mais perigoso do mundo para pessoas trans, sendo também o que mais mata, ocorrendo uma morte a cada dois dias. Ou seja, além das lutas internas, os trans ainda têm que lutar para sobreviver e para garantir seus direitos.

Sendo assim, cabe às grandes empresas divulgar e produzir materiais informativos sobre diversidade e comunidade LGBTQIA+, contendo histórias da trajetória de pessoas da comunidade, para que a população veja que são pessoas normais, apenas diferentes, diminuindo o preconceito.