Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 17/11/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mas importante do país, prevê em seu artigo 6º o direito a segurança como dependente a todo cidadão brasileiro. Apesar disso tal privilegio não tem se repetido com destaque na pratica quando se observa a transfobia no Brasil. Visto que a falta de politicas públicas e o preconceito, agrava mas ainda o problema.

Assim, contata-se a principio, que falta de politicas públicas é uma das razões pela qual o problema persiste. Sobre isso Abraham Lincoln, célebre personalidade política americana, disse em um de seus discursos, que a politica é serva do povo e não ao contrario. Em relação a afirmação nota-se uma incongruência sobre a transfobia e a atuação do Estado brasileiro, uma vez que ao contrario do que Lincoln explanou, a politica atual não serve o povo com ações como segurança pública e programas de inclusão para transexuais. A inclusão é essencial para combater a transfobia na sociedade contemporânea.

Ademais, o preconceito também é um fator relevante a situação. Transfobia envolve todo ato de preconceito contra pessoas que fazem parte do grupo de travestis e transexuais, incluindo toda e qualquer forma de descriminação, seja ela verbal, física, psicológica ou moral, que possuem intuito de impedir a expressão de gênero . Segundo o G1, cinquenta porcento dos trans são mortos por ações que envolve o preconceito.

Portanto, o Governo Federal, por meio de capacitação, deve criar uma campanha com o foco principal nas lacunas onde não havia investimentos suficientes, podendo ser feito por meio de concessões públicas. Também é necessário que o poder legislativo crie politicas públicas para a inserção social de travestis e transexuais.