Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 17/11/2021

No passado, as pessoas usavam a religião como forma de emanar preconceito, com a justificativa de que o homem foi feito para a mulher e a mulher para o homem. De maneira análoga a isso, esse pensamento é pertinente até os dias atuais, em que ser da comunidade LGBT é enfrentar obstáculos diariamente, em evidência os transexuais. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: quais desafios carregados por estes e como acabar com a transfobia no Brasil.

Em primeiro plano, pode ser destacado a exclusão desse gênero no mundo contemporâneo. Acerca disso, são poucas as novelas, os filmes e as séries que abordam sobre o assunto, o que deixa claro a indiferença com essa comunidade. Nesse contexto, casos de agressão e humilhação são noticiados nos jornais frequentemente no país, logo, é comprovado que quando Einstein citou que era mais fácil quebrar o núcleo de um átomo do que um preconceito enraizado, ele estava se referindo a situações como esta.

Além disso, o “tabu” é outro fator que prejudica o cotidiano desse grupo. Consoante a isso, a falta de ensino sobre aceitação e respeito nas escolas, permite que a transfobia permaneça nas gerações, por consequência, acarretando no medo de assumir-se e ser tratado como igual. Sendo assim, são precisos alternativas para a extinção do preconceito, pois como declarado no Artigo 1 dos Direitos Humanos, “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”.

Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que venham a conter a transfobia contemporânea. Por conseguinte, cabe ao MEC (Ministério da Educação), como maior agente da Educação, por meio de debates, encaixar o estudo dos gêneros nas matérias, visando conscientizar os jovens desde cedo. Também, a mídia, como influenciadora, deve propagar nas redes sociais e na área cinematográfica, a respeito das dificuldades vivenciadas pelos transexuais, assim a humanidade será melhor em respeito e acolhimento.