Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 15/11/2021
Com o avanço dos movimentos sociais na década de 60, as minorias puderam ter voz, no entanto, ainda não é suficiente. Ademais, a opção sexual ou gênero não deve ser colocado em debate, visto que é algo individual. Por esses fatores, é muito importante que haja debates sobre o assunto para que as pessoas alienadas possam ter chance de aprender o que é de fato ser transgênero e como isso não muda nada no caráter ou personalidade do ser humano.
Primeiramente, é preciso entender que a luta por direitos é algo que deveria ser assegurado na constituição, pois em nenhum momento o individuo que é transgênero deixa de ser também um cidadão. Logo, podemos dizer que o Estado é falho em não ofertar políticas publicas que assegurem essas pessoas de seus direitos, além da falta de empatia das pessoas que não vivem a situação, mas julgam.
Na série Friends, o pai de um dos protagonistas é transexual e seu filho não o faz nenhum convite pois sente vergonha da situação do pai. Esse exemplo se reflete também na vida fora da tela, pois, muitas famílias tem vergonha e ao invés de apoiar, fazem o mesmo que o mundo a fora: rejeitam. Essa situação de rejeição e preconceito é refletida nos índices de assassinatos, em 2019 por exemplo, 124 transgêneros foram mortos, de acordo com a Antra.
Desse modo, medidas são necessárias para reverter esse quadro alarmante. É necessário que o Ministério da Educação faça um projeto que seja transmitido pelas fontes midiáticas diariamente a fim de garantir uma conscientização das pessoas acerca das dificuldades que o transexual passa, além disso, é imprescindível que seja criado um projeto de lei pelo Poder Legislativo, que assegure o sigilo e incentive esse grupo a denunciar quando são vítimas de violência.