Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 17/12/2021
Na antiga Grécia, Júlio César foi considerado limitado por não ter relações sexuais com pessoas do mesmo sexo. No entanto, nos últimos anos pessoas com atitudes semelhantes ao imperador, porém mais agressivas, vem ganhando força, notoriedade e influência. De tal maneira, levando pessoas de sexualidades diferentes a uma situação perigosa, especialmente em suas famílias, onde são relatadas grande parte das agressões.
Inicialmente, um entrave é a mentalidade retrógrada de parte da população, que permanece indiferente aos cidadãos que estão sendo zombados e ridicularizados, apenas por não se encaixarem no padrão sexual comum. Um exemplo disso é a banalização e utilização de palavras ofensivas, sendo usadas como formas degenerativas de se dirigir aos homossexuais, com o intuito de ofender verbalmente.
Como consequência disso, os indivíduos gays são prejudicados em quase todos ambientes sociais, podendo levar à desistência escolar, isolamento e problemas psicológicos. Somado a isso, também há a possibilidade de a pessoa decidir retribuir este ódio com violência, zombação e outros ataques, piorando a situação e criando um ciclo de agressões.
Dessarte, medidas são necessárias para que a problemática da transfobia seja combatida. Como forma de garantir isso, o Ministério da educação, em parceria com influenciadores digitais, especialmente LGBTs, deve adicionar aulas específicas sobre o assunto às escolas ensinando a igualdade de gêneros e respeito mútuo a sexualidade allheia, com o intuito de incentivar e criar um sentimento de aceitação a diferenças.