Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 02/02/2022
Em sua obra, o escritor Brasileiro Gilberto dimenstein disserta que embora o país embora apresente um conjunto de leis bastante consistente, elas se atêm, de forma geral, ao plano teórico. Diante disso, a conjuntura dessa análise configura-se no Brasil atual, pois apesar de ser um direito constitucionalmente garantido, a segurança de pessoas transgêneras não se encontra efetivado. Diante dessa perspectiva, esse desafio desse ser superado de imediato para que uma sociedade integrada e justa seja alcançada.
É pertinente elencar a heteronormatividade como impulsionador do problema, logo essa ideologia assume que todo mundo é hétero e banaliza a existência da comunidade lgbtq+ e esse pensamento faz com que a sociedade aceite o hétero cis como norma e tudo aquilo que for diferente a isso será tratado com indiferença e preconceito. E esses atos causa por sua vez um assunto bastante tenso e tóxico na sociedade, a homofobia, que provoca muitos suicídios, homicídios, piadas disfarçadas de opiniões, agressões psicológicas e físicas, como também é um dos problemas que a comunidade transgêneras mais convivem e sofrem.
Faz- se mister salientar a falta de visibilidade e representatividade desse grupo social em áreas de trabalhos de alto escalão, bem como a pouca mídia sobre essa comunidade faz com as pessoas que estão em transição se sintam excluídas e com medo, outro fator que alimenta esses sentimentos relatados, são os dados alarmantes de homícidios. Segundo a Associação Nacional de travestis e transgêneros( ANTRA), o Brasil registrou quase 90 casos de assassinatos de pessoas trans durante os primeiros seis meses de 2020 e isso representa um aumento de 39% em relação ao primeiro semestre de 2019. Por cento essas pessoas necessitam que os seus direitos estejam garantidos e efetivados na então sociedade e que nela seja possível ver um futuro.
Infere-se portanto que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. O poder legislativo em parceria com o poder executivo deve elaborar e executar leis brandas e normas gerais que proíbem a discriminaçaõ e a homofobia contra essa comunidade, fazendo com ato seja pago como um crime, e não como um de discurso de ódio disfarçado de opinião , como também a mídia e o âmbito de trabalho deve aumentar a visibilidade e representatividade desse grupo em novelas, propagandas e como inserí- los em trabalhos de alto escalão ocupados majoritariamente por héteros, só assim será possível reverter essa situação