Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/03/2022

Transfobia é caracterizada pela segregação de pessoas transgênero. Ademais, a violência física ou verbal também está atrelada a isso. Alguns de seus maiores obstáculos, são a exclusão de uma parcela da população brasileira e a dificuldade do processo de transição de gênero.

Na mais recente edição do “reality show”, “Big Brother Brasil”, um dos participantes foi a cantora e atriz Linn da Quebrada. Por ser transexual, passou por diversas situações transfóbicas, como o erro do pronome pessoal e a designarem como “traveco”. Diante desses acontecimentos, surgiram discussões nas mídias sociais pedindo por respeito à cantora. Atitudes como essas citadas, colaboram para que a exclusão social e a discriminação contra transexuais aconteça regularmente.

Pela falta de inserção e aceitação dessa comunidade, acarreta no aumento de homicídios em 90% no ano de 2020 em apenas dois meses, segundo a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra). Outro desafio encontrado é a transição de gênero, já que para ocorrer a mudança necessária, é preciso de dinheiro para medicamentos e consultas com médicos especializados nessa transição, mas pela falta dele, acabam por se automedicar.

Para intervir no preconceito contra a população transexual, é necessário que haja, por meio de debates, campanhas promovidas pelas mídias sociais, como o Instagram, para que reflexões sejam feitas e a igualdade entre as identidades de gênero sejam instituídas à população.