Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 11/05/2022

A série britânica “Heartstopper” retrata a vida de Charlie, um adolescente, e de seus amigos. A maioria dos amigos de Charlie sao LGBT, dentre eles, Elle, uma menina transgênero que sofria diversos preconceitos na antiga escola, seus colegas ainda a chamavam pelo pronome masculino, o que a fez mudar de escola. Saindo da ficção, a transfobia ainda é muito presente no Brasil contemporâneo, seja de forma verbal ou física, logo, é preciso achar formas para combatermos esse problema na sociedade brasileira.

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a sociedade em geral sempre tratou LGBTs como doentes que precisavam de tratamento e salvação, ideia que persiste ainda hoje na cabeça de vários indivíduos, fato retratado na série americana “O Mundo Sombrio de Sabrina”, onde um dos antagonistas, Theo, é um menino trans e é diversas vezes questionado sobre seu gênero e chamado de aberração, demorou também para o próprio theo se aceitar devido a tais provocações.

Além disso, as agressões físicas também presentes na vida de muitas pessoas trans,parte delas vindo dos prórpios familiares, principalmente os responsáveis, por não aceitarem o gênero dos seus filhos. Segundo a revista “O Brasil De Fato”, o Brasil está 13° lugar na lista dos países que mais mata pessoas trans, somente em 2021 a nação verde-amarela matou mais de 140 pessoas, um crime grave que merece mais visibilidade, logo, é necessário encontrar alternativas para combater a transfobia na sociedade.

Logo, é de extrema importância que o Governo, em parceria com o Ministério da Educação, órgao responsável pela educação do país, deve implantar palestras com profissionais no assunto e pessoas trans, principalmente em escolas, para que as crianças aprendam mais sobre o assunto e que ele seja normalizado desde que a criança seja pequena, visando diminuir o número de casos em um futuro mais próximo.