Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/04/2022

Em primeiro lugar, cada pessoa é dona de si, de seu próprio corpo, entretanto, levando a fazer o que quer com ele. Atualmente os procedimentos estéticos estão estão cada vez mais avançados possibilitando que um indivíduo que nasce de um gênero no qual não se indentifique, possa modificá-lo a partir de uma determinada idade, se tornado assim uma pessoa trans.

Linn da Quebrada é uma cantora, compositora, atriz, brasileira, nascida em São Paulo, em 2016 lançou sua primeira música e obteve sucesso, desde então continuou. A música de Lina foi aceita pela sociedade e é successo, porém também vale ressaltar que a mídia e o meio digital lhe ajudou muito.

Entretanto, maioria das trans não possui esse mesmo apoio, em 2020 o número de pessoas trans que foram assasinadas aumentou duas vezes consecutivas, segundo a ANTRA ( associação nacional de travestir e transexuais), indivíduos comuns que não faziam mal a ninguém, apenas estavam sendo eles mesmo.

Portanto, atualmente há um grupo LGBTQ+ que representam lésbicas, gays, bissexuais, travestis, trans e outros, que se unem e buscam se defender.

Em virtude dos fatos mencionado, é possível reconhecer que o governo não tem nenhum meio de proteção para essas pessoas, de uma sociedade conservadora, entretanto, em escolas deve-se ser falado com os alunos sobre o LGBTQ+ para que elas sejam pessoas liberais, (“mente aberta” , pessoas informadas, não tenha preconceito, tenha posicionamento positivo sobre) no futuro e com esse processo ocorra o combate a transfobia.