Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 28/05/2022
Anualmente, diversos integrantes da comunidade LGBTQIA+ sofrem agressões verbais e físicas por motivações unicamente de se afirmarem como tal. Isso é um problema gravíssimo que fomenta violência e maus tratos. Ademais, por conseguinte, gera uma condição de desigualdade para com indivíduos que, na prática, são considerados inferiores por outros.
Situações semelhantes a essas ocorreram ao longo de toda a história da civilização. No período do Brasil colonial, a título de exemplificação, pessoas negras sofreram com a marginalização e exclusão da sociedade. Conquanto ainda não se tenha extinguido a visão de mundo que resulta nessas ações nefastas, atualmente, acontecimentos como esses se tornaram menos corriqueiros no Brasil contemporâneo por consequência direta do incentivo à educação e à conscientização social. Conclui-se, então, que, para atingir um estado de igualdade para com indivíduos transexuais, é interessante que haja uma intervenção na educação para que esses pensamentos façam parte da estrutura social.
Em outro prisma, é vital que ações legislativas sejam tomadas a fim de evitar tratamentos de má índole contra transgêneros, que já reúnem forças para se autoafirmar, seja tanto em relação a violências físicas quanto verbais. A partir desse modo, então, reforça-se a ideia da necessidade dos órgãos legisladores proporem leis que punam autores que praticam, diariamente, essas ações cruéis feitas a LGBT’s.
Depreende-se, pois, que a ação do Estado é necessária em diversos aspectos e setores: na educação, em que é dever do Ministro da Educação se responsabilizar por implementar, na grade curricular dos estudantes, conteúdos que abordem a esfera transgênero da sociedade e no Legislativo, com a finalidade de criar leis que protejam e zelem por essas pessoas.