Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 01/05/2022
Como dizia Voltaire: “Preconceito é opinião sem conhecimento”, algo que certamente ocorre quando o assunto é transfobia no Brasil. Indubtavelmente, é perceptível que esse cenário é advindo do sexismo. Assim, entre os fatores que colaboram com essa adversidade, cabe elencar pessoas com mentalidade conservadora bem como a intolerância.
De início, é notório que pessoas que com mentalidade conservadora gera a escassez de alternativas no combate a transfobia no Brasil atual. Isso ocorre porque, muitos cidadãos tem a visão voltada que o certo é o que está na Bíblia, pois eles aprenderam dessa maneira, e não aceitam algo diferente do pensamento que desenvolveram. Prova disso, recai na sociedade atualmente, que a geração passada tem um conservadorismo a mais em relação aos LGBTQIA+.
Além disso, percebe-se que a intolerância solidifica a carência de opções na luta contra a transfobia no Brasil moderno. Tal quadro advém da impaciência de pessoas que convivem com transexuais, e se incomodam com o que o outro é. A garentia disso fundamenta-se na série “Greys Anatomy”, na qual a irmã transexual de Ben Warren, se expõe para ele e não é “aceita” por ele.
Diante ao exposto, é evidente que a falta de caminhos para combater a transfobia no Brasil contemporâneo é reflexo do sexismo. Portanto, convém ao Estado em parceria com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), elaborar um projeto de lei, com o intuito de que os transexuais tenham os mesmos direitos e deveres de todo cidadão. Dessa forma, o transexuais poderão viver suas vidas normalmente sentindo bem consigo mesmo e sem ser julgado pelos outros, pois garantir o bem-estar da população é garantir a ordem e o progresso da nação.