Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 06/06/2022
De acordo com o físico alemão Albert Einstein, ’’ é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito enraizado’’. Esse pensamento permite estabelecer um paralelo com a intolerância a pessoas transgênero no Brasil, uma vez que essas são vítimas de grande opressão. Com efeito, hão de ser analisados fatores como transtornos mentais e a desigualdade no mercado de trabalho brasileiro, desencadeados também por essa problemática.
Em primeiro plano, é necessário salientar que ao longo da vida pessoas transexu- ais são forçadas a enfrentar uma série de adversidades. Isso posto, segundo a ‘‘Mental Health Foundation’’, instituição de promoção à saúde mental do Reino Unido, estatísticas mostram que a comunidade LGBTQIA+ está mais suscetível a doenças psiquiátricas do que indivíduos heterossexuais. A partir disso, é indubitável que os estereótipos associados a não binários configuram uma tentativa de torná-los cada vez mais reféns da sociedade. Desse modo, medidas operantes são necessárias, a fim de que haja mudanças no cenário contemporâneo do país.
Outrossim, de acordo com a Constituição Federal de 1988, o trabalho é um direito fundamental a todo cidadão verde-amarelo. Contudo, é necessário destacar o expressivo preconceito velado na contratação de pessoas que não se identificam com o gênero biológico no Brasil. Consequentemente, grande parcela dessa população costuma ser marginalizada e tem a prostituição como fonte de renda e única possibilidade de subsistência. Isso mostra que esse revés deve ser solucionado urgentemente.
Portanto, cabe à mídia elaborar campanhas que preguem a contrariedade ao preconceito no que tange a indivíduos transexuais, o que pode ser efetivado através de mobilizações em redes sociais e por intermédio de palestras com viés informativo. Tal iniciativa é capaz de engajar a população brasileira no combate a esse tipo de discriminação. Com isso, a ideia de Einstein não será uma realidade no Brasil.