Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 28/07/2022
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito à dignidade e ao bem-estar social. Contudo, isso não ocorre no Brasil, uma vez que a transfobia ainda é o problema a ser enfrentado. Esse cenário é fruto tanto de uma má formação educacional, como de uma má influência midiática.
Primeiramente, é válido destacar que a má formação educacional colabora com a discriminação de transexuais. Segundo o filósofo Immanuel Kant, o homem é aquilo que a educação faz dele. Dessa forma, as escolas não ensinam os alunos a respeitarem às diferenças, com isso, o preconceito ainda continua enraizado na sociedade. Confirmação disso, são os casos de violência físicas e morais a esse determinado grupo.
Outrossim, a má influência midiática propulsiona o desafio para combater a transfobia. Segundo Pierre Bourdieu sociólogo francês, a mídia foi criada para ser instrumento de democracia e não deve ser convertida em mecanismo de opressão. Decorrente esse pressuposto, a mídia tem o papel de informar e denunciar. Entretanto, a falta de sua atuação faz com que essa minoria sofra exclusão da sociedade. Dessa maneira, fica mais difícil eles conseguirem bons empregos e uma ascensão social.
Em suma, medidas devem ser adotadas com o propósito de erradicar essa barreira. Para isso, é dever do Ministério da Educação – órgão responsável por administrar todo sistema educacional- criar programas socioeducacionais com intuito de ensinar e informar os alunos a respeito das diferenças sexuais por meio de palestras e divulgações de cartazes.