Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/08/2022

Segundo o filósofo prussiano Immanuel Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, nessa linha de pensamento, é possivel compreender que ao educar um individuo, é possivel ensina-lo ou não a ter valores e preconceitos. Por isso, a formação inicial do individuo é um detalhe fundamental no combate a transfobia, principalmente junto de medidas legais para proteger essa minoria.

A princípio, percebe-se que é possível estabelecer mudanças sociais por meio de movimentos culturais. Um belo exemplo são as marchas comunidade trans e lgbt no geral, como a rebelião de Stonewall, que possibilitou maior visibilidade e liberdade para os individuos. Por isso, é importante não apenas mudar a lamentável cultura preconceituosa ainda existente, mas também proporcionar aos jovens desde cedo uma educação que ensine o respeito e combata o preconceito, para que os mesmos tenham essas novas bases culturais.

Ademais, é necessário que o Estado proporcione melhores condições de segurança para pessoas trans. O Brasil é tido como o pais onde mais ocorrem asassinatos com motivações transfóbicas, e em virtude dos números alarmates é de suma importância que se estabeleçam protocolos de apoio as vítimas, e punições mais severas, para que ao menos seja possivel desestimular o crime e transmitir uma maior segurança a individuos trans, e prover liberdade para que as pessoas possam ser quem elas querem.

Dado o expsoto, é evidente que o governo brasileiro deve, junto a ONGs, agir no combate a transfobia por meio de debates e palestras disponíveis nas redes sociais, com a finalidade de conscientizar a população sobre práticas preconceituosas, para que, aos poucos, seja possível quebrar o preconceito estrutural. Além disso, é essencial que o legislativo, atue com a criação de leis que possam restringir atos de violência por meio de penas mais severas, com a intenção de que, de modo geral, indivíduos LGBT se sintam mais seguros e tenham seus direitos respeitados. Dessa maneira, é possível transformar a sociedade, e formar uma cultura que, de fato, respeite a liberdade individual e os direitos humanos, sem distinção por gênero.