Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 02/09/2022
Segundo a feminista e escritora moderna, Chimmanda Ngozi Adichie"A pessoa mais qualificada para liderar não é a pessoa fisicamente mais forte. É a mais forte. É a mais inteligente a mais culta, a mais criativa, a mais inovadora. E não existem hormônios para esses atributos. “Essa afirmação pode ser facilmente aplicada ao combate a transfobia no Brasil.
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todas as pessoas têm o direito de serem livres, serem tratadas com dignidade e terem direitos igual. Porém isso atualmente não vem se aplicando corretamente a pessoas do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trangênero) todos os dias ao ligar o jornal ou ler uma revista um dos casos que acontecem com frequência são desse grupo sendo violentados e pior, mortos sem motivos.
No seriado norte americano “Sex Education” o personagem Eric é homossexual e traz muitos problemas a serem enfrentados um deles é o bullying, onde um “valentão” da escola pega o dinheiro dele e agride do Eric. Fora das telas isso é algo que acontece com muita frequência na vida de brasileiros (a), do grupo LGBT. Segundo a filosofa francesa Simone de Beauvoir “O mais escandaloso é que nos habituamos a eles”, essa afirmação pode ser atribuída a essa problemática.
Em virtude aos fatos mencionados, a falta de desinformação é algo crucial para o surgimento dessa problemática, então o MEC tem o dever de educar as crianças para que elas evitarem comportamentos transfóbicos se reproduzam, desde novos.E também palestras em comunidades para todos os públicos com intuito de conscientizar a população para obter conhecimento sobre o tema que é imprescindível! Assim capaz de entender melhor a causa e não reproduzir atos transfóbicos. Dessa forma, a sociedade brasileira pode desfrutar do respeito e do bem-estar social, previsto na Declaração Universal dos Direitos Humanos.