Alternativas para combater a transfobia no Brasil contemporâneo
Enviada em 26/08/2023
Pode-se atestar a relevância para combater a transfobia no Brasil pelas constantes discussões que a questão tem suscitado. Nessa perspectiva, o desprezo
à condição da transformação de gênero tem afetado negativamente os indivíduos
que se reconhecem como sendo do sexo oposto, visto que contribui para o desenvolvimento de problemas de saúde físicos e psicológicos, bem como o menosprezo a essa classe, por meio da sociedade, contribui para uma maior rejeição.
Inicialmente, as mudanças e a identificação do sexo oposto é algo incomum já visto em épocas passadas, embora já existir. Indivíduos trans geralmente trazem consigo o menosprezo dos parentes a essa condição de novo gênero, pois grande parte da sociedade brasileira é constituída de conservadores, costumados com o padrão comum: homem e mulher em sua essência. Logo, o desprezo dos familiares para com esse público contribui para um aumento de problemas de saúde, mais especificamente a depressão.
Além disso, a indiferença que a sociedade descarrega sobre esses indivíduos é, muita das vezes, notória e sua indiferença se estende por toda a sociedade que acaba se tornando algo comum, já que, por ser uma decisão pessoal, não irá interferir em nada na sociedade. Atuam de maneira repressiva e dissuasiva, sem o mínimo de acolhimento. Com isso, a rejeição para com essa classe decorre, dentre outras, do preconceito e do não compadecimento para com esses indivíduos.
Portanto, as divergências as quais desencadeiam um sentimento depreciativo e o desamor sobre esses indivíduos em situações de vulnerabilidade poderão ser resolvidos se, por meio das políticas públicas, forem adotadas medidas de inclusão e prioridade especiais por meio do Estado, adotando privilégios: divulgar e aumentar os créditos do público trans para com a sociedade de maneira a garantir à importância que esse público também tem na sociedade: são seres humanos.