Alternativas para combater o desaparecimento da Mata Atlântica

Enviada em 16/10/2025

“Gigante pela própria natureza”, lema presente no Hino Nacional brasileiro que visa a valorização do Brasil em detrimento dos seus recursos naturais presentes no país. Porém, ao observar a falta de conservação das florestas brasileiras, por conta do desmatamento, percebe-se que o Brasil não pode ser mais considerado “Gigante” como antes. Com base nisso, é fundamental entender o motivo pela falta de conservação e seu principal impacto.

Nesse sentido, é notório que a causa desse problema no Brasil é, principalmente, a destruição da mata amazônica. Isso acontece, porque a floresta amazônica está sendo alvo de queimadas e destruição para promover a indústria agrária na região. Logo, toda a diversidade (fauna e flora) do local é destruída, diminuindo a magnitude da natureza brasileira pela falta de conservação das empresas. Fato disso, está no livro de Sebastião Salgado, “Amazônia”, que retrata a natureza e a sociedade local anos antes, e ao comparar as imagens presentes no livro com a realidade atual, é possível dizer que metade da floresta já está prejudicada.

Ademais, é inegável que por conta da intensificação da indústria agrária, visto que florestas deixam de ser conservadas para sua implementação, o uso de agrotóxicos se fortalece, trazendo consequências para o indivíduo. Tal fato ocorre, pois esses agrotóxicos podem causar câncer ou problemas locomotivos nas pessoas que entram em contato com ele, como apresentado no documentário “O veneno está na mesa”, que apresenta casos reais de trabalhadores rurais que sofreram por essas doenças. Dessa forma, é observável que a morte de áreas verdes para promoção de campos de gado traz dificuldades a serem enfrentadas pelos cidadãos do país.

Portanto, a falta de conservação ambiental no Brasil ocorre pela implantação de pastos de gados. Assim, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente intensifique suas leis ambientais para que as instituições parem de destruir as florestas. Isso ocorre por meio da ajuda de “ONGs”, que irão garantir que nenhuma empresa esteja agindo contra a lei e também irá monitorar todas as áreas florestais.