Alternativas para combater o desaparecimento da Mata Atlântica
Enviada em 30/07/2018
A mata atlântica, um dos principais biomas brasileiros, foi altamente devastada após a chegada dos portugueses ao Brasil. A ocupação portuguesa se deu, inicialmente, de forma litorânea, onde a floresta está localizada. Essa porção do território se tornou a extensão mais povoada e industrializada do país, contribuindo para o gradual desaparecimento desse bioma.
Considerando que o litoral brasileiro foi a área ocupada inicialmente, diversas atividades econômicas se desenvolveram nesse espaço. A plantação de cana-de-açúcar, uma das primeiras práticas lucrativas, foi responsável pelo grande desmatamento ocorrido. Entretanto, séculos depois, essa devastação trouxe consequências como a crise hídrica no Rio de Janeiro. Por isso, o imperador Dom Pedro II concebeu o reflorestamento de uma parte da mata atlântica, criando a Floresta da Tijuca - maior floresta urbana do mundo - amenizando o desmatamento.
Sendo assim, a faixa litorânea do Brasil se tornou a área mais industrializada, atraindo grande parte da população brasileira. Como consequência da grande quantidade de pessoas residindo nessa região, ocorre o aumento da demanda por moradias. Com a ocupação de residências e indústrias, a mata atlântica perdeu significativamente seu espaço.
Tendo em vista os fatos mencionados, evidencia-se que é necessário que haja medidas para evitar o desaparecimento desse importante bioma. A Floresta da Tijuca pode ser vista como exemplo de convivência harmoniosa entre a natureza e o meio urbana. Logo, o Ministério do Meio Ambiente deve atuar com medidas para promover a preservação da mata atlântica, principalmente com leis mais severas contra o desmatamento. Juntamente com o Ministério, a mídia pode servir como meio de conscientizar a população e estimular o plantio de áreas devastadas.