Alternativas para combater o desaparecimento da Mata Atlântica

Enviada em 03/01/2020

José de Alencar em seu livro “Iracema”, retrata o flerte entre Portugal e Brasil durante as Grandes Navegações. Contudo, ao extrair o idealismo romântico, revela-se o egoísmo e a exploração do nosso território pelos portugueses, sendo o destaque: a Mata Atlântica. Por consequência, esta encontra-se demasiadamente frágil e à beira da extinção.

A Costa Litorânea Brasileira no século XVI, de acordo com o Projeto S.O.S Mata Atlântica, possuía vasta gama de espécies de fauna e flora decorrente do bioma, embora, a extração do pau-brasil para satisfazer o egocentrismo daqueles, dificultou a natureza virgem e os seres existentes até então. O desaparecimento das árvores, afeta todos os seres vivos, dado que dependemos do ciclo da fotossíntese para a respiração, cujo combate deve ser de imediato para a melhoria da saúde da nossa diversidade.

Diante disso, a UNESCO decretou-a como patrimônio de preservação. A partir de então, o Instituto Terra foi iniciado com o plantio de árvores, além de salientar, a restauração do acervo original, contribuindo assim, com a permanência histórica. Entretanto, o orçamento é baixo para tal função, pois há a continuidade de desmatamento ilegal em alguns estados, dificultando seu ressurgimento. Como cita Roberto Campos: “Mais importantes que as riquezas naturais são as riquezas artificiais da educação”.

Medidas, portanto, devem ser solucionadas diante do impasse. O Ministério do Meio Ambiente em parceria com redes televisivas podem apresentar, de forma imperativa, a importância de proteger nosso patrimônio para os cidadãos obterem conhecimento relacionados à saúde. Além de investir no treinamento de profissionais especializados em fiscalizações para garantir a preservação da área demarcada, contribuindo assim, para o florescimento da Mata Atlântica.