Alternativas para combater o desaparecimento da Mata Atlântica
Enviada em 24/08/2020
A música “De volta para o futuro”, escrita pelo cantor Fábio Brazza, indaga a contribuição da sociedade para o caos nas próximas gerações, dessa forma, a mesma relata a destruição da natureza como um dos fatores para tal. Diante disso, evidencia-se, nos dias atuais, a preocupação no combate ao desaparecimento da mata atlântica, proporcionado pelo desmatamento. Assim, é de suma importância evidenciar o imediatismo e a ausência de apoio público como precursores dessa problemática.
Primeiramente, o desflorestamento desse bioma é proporcionado pelo imediatismo, ou seja, pela necessidade de consequências instantâneas. Diante disso, o filósofo Zygmun Bauman ressalta a presença de ações precipitadas na sociedade -as quais visam vantagens imediatas- e a falta de planejamento na modernidade. Dessa forma, despreocupados com a degradação do meio ambiente, os cidadãos poluem e devastam a flora. Com isso, o desmatamento cresceu, no ano de 2019, 27,2% na mata atlântica, como dito no jornal “O Globo”, precisando de intervenções.
Ademais, tal descaso também é evidenciado no Governo, o qual sem mudanças públicas, promove a manutenção dessa problemática. Desse modo, foi ressaltado na conferência ambiental Rio +20 a ausência de projetos governamentais para o desenvolvimento sustentável, permitindo o desmatamento. Com isso, nessa reunião, o Brasil, entre outros países, não demonstraram urgência na resolução dessa problemática, como retratado na revista “Estadão”. Por fim, mudanças são fundamentais para evitar o caos ambiental previsto na canção “De volta para o futuro”.
Portanto, é evidente a necessidade da participação governamental no fim do imediatismo, minimizando o desmatamento. Para tal, o Ministério da Educação, por meio da mídia -principal influenciadora nos comportamentos sociais- deve promover propagandas conscientizadoras. Essas publicações irão evidenciar os efeitos da degradação na mata atlântica e a importância desse bioma na manutenção da fauna e flora. Com isso, o transtorno previsto na música “De volta para o futuro” não se tornará realidade.