Alternativas para combater o desaparecimento da Mata Atlântica
Enviada em 29/01/2021
O mito de Cassandra diz respeito a uma sacerdotisa que, após receber uma praga feita por Apolo, teve todos os seus presságios desacreditados. Atrelado a isso, pode-se perceber que, no contexto atual, a equiparação de ambientalistas com Cassandras modernas na tentativa de alertar sobre problemas ambientais iminentes, mas não são ouvidos. Dessa forma, combater o desaparecimento da mata atlântica é necessário por se tratar de um bioma extremamente diverso que foi degradado ao longo dos anos.
Em primeiro plano, pode-se salientar que a diversidade do bioma mata atlântica possui ampla riqueza de fauna e flora, uma vez que existem espécies endêmicas, singulares ao Brasil. Pode-se perceber que quando desaparece um bioma dessa proporção, se desaparece também a riqueza ambiental de um país. Assim, é imprescindível medidas de proteção mais severas para impedir maiores degradações.
Ademais, existe o histórico de longos anos de exploração e desmatamento, visto que a fácil localização litorânea propicia a fuga sem impecilhos da fiscalização. Segundo Zygmunt Baumam a maioria dos problemas da humanidade são causados pelo egoísmo humano, o que corrobora com o fato supracitado da exploração, demonstrando intenções econômicas a frente do respeito ao ambiente. Logo, faz-se necessário a conscientização da sociedade para a seriedade da exploração ambiental.
Portanto, visando o combate do desaparecimento da mata atlântica, o poder público, como agente garantidor de direitos, deve criar normas mais severas de proteção ambiental. Isso deve ocorrer por meio de instauração de bases de fiscalização e preservação, nas quais o combate ao desmatamento ocorra de forma mais direta. Desse modo, o combate ao desaparecimento da mata atlântica irá ocorrer, a fim de que se preserve os recursos naturais nacionais.